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Antes mesmo de se instalar em seu edifício-sede (museu físico, segunda etapa do projeto), o Museu da Democracia será uma instituição viva, atuante, comprometida com o aperfeiçoamento democrático da sociedade brasileira. Sua intensa e permanente atividade estará voltada para a realização de cursos, seminários, palestras, debates, pesquisas, exposições temporárias, atos cívicos e demais eventos vinculados à sua finalidade.

Sua missão, que não se esgota na narrativa da conquista do Estado Democrático de Direito, é também a de contribuir para a evolução política do povo brasileiro em aspectos ainda deficitários de sua formação – tais como a expansão da cultura democrática e o incremento da participação política.

Recente pesquisa (2018) do Economist Intelligence Unit, instituto ligado à respeitada revista britânica The Economist, renovada a cada dois anos, estabelece um ranking da situação da Democracia no mundo. O Brasil caiu da 41ª posição, em 2008, para a 50ª em 2018, entre os 167 países pesquisados, aos quais são atribuídas “notas” de zero a dez. Há dez anos, nosso país teve a cotação 7,38 e agora tem 6,97, embora seja bem pontuado nos itens “processo eleitoral e pluralismo” (9,58) e “liberdades civis” (8,24). Mas, com as cotações 6,67 em “participação política” e 5 em “cultura política”, a média final 6,97 coloca o Brasil no bloco dos países de “democracia imperfeita”. De acordo com esses itens o país ainda está longe de ostentar o status de “democracia plena.”

O Museu da Democracia vai contribuir para chegar lá.